There is always more then meets the eye!

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Nov 04
E nessa palavra demente
Onde está todo um mundo dissonante
Que revolve para o caos latente
E que se espraia consoante
Consoante o teu modo de pensar
No qual eriges essa tua realidade trágica
Na qual saltitas não sem pesar
Ansiando por uma simples palavra mágica
Palavra mágica que é fugidia e esquiva
Como uma jovem sombra chinesa
Que tentas agarrar sabendo que é furtiva
Mas que te consome com tanta beleza
Beleza é outro nome dessa palavra melíflua
Que encova quimeras de dimensão insondada
Se achas que toda essa senda é frutífera
Meu amigo, não te detenhas perante nada

@Autor: Mr. Utopia
publicado por crowe às 14:24

Essa palavra..eu sei qual é!!!!...é a minha palavra...um equilibrio e desequilibrio constante...uma certeza e uma incerteza ... o ser ou não ser ...o querer e não querer... e quantas mais coisas...para além das tuas e das minhas :)

Juro que esta é a minha palavra...só que shiuuuuu é segredo não pode ser revelada :))))))

Beijo gostei bastante.... (não tinha tido tempo de deixar comentário só isso hoje faço a ronda completa ehehe)pluma...
</a>
(mailto:plumacaprichosa@hotmail.com)
Anónimo a 11 de Novembro de 2004 às 16:21

Essa palavra..eu sei qual é!!!!...é a minha palavra...um equilibrio e desequilibrio constante...uma certeza e uma incerteza ... o ser ou não ser ...o querer e não querer... e quantas mais coisas...para além das tuas e das minhas :)

Juro que esta é a minha palavra...só que shiuuuuu é segredo não pode ser revelada :))))))

Beijo gostei bastante.... (não tinha tido tempo de deixar comentário só isso hoje faço a ronda completa ehehe)pluma...
</a>
(mailto:plumacaprichosa@hotmail.com)
Anónimo a 11 de Novembro de 2004 às 16:19

Às vezes, dou comigo em doido [...] porquê ? porque é que as pessoas teimam em me deixar de lado quando eu, quando me ausento, se é que me ausento de todo, estou a trabalhar em prol de todos [...] No mínimo, é esquisito. Mas Crowe, minha dôce ave de rapina, como aliás, te adoro chamar ... já não gostas de mim ? Nem da minha arte ? Uma delas ... ? Tenho a impressão que não vais ao meu território (os três) há uma quantidade exuberante de milénios e milénios de séculos. E, ai o que eu sofro com isso. Preciso do calor que emanas das tuas asas. Ósculos pretatorius et plenus e até já.Espectro #999
(http://visoes.weblog.com.pt)
(mailto:amiljitsu@sapo.pt)
Anónimo a 4 de Novembro de 2004 às 20:16

Pois é estou de volta! Gostei deste poema e dos anteriores!! :) beijinhos e intéAran_aran
(http://capricornioemim.blogs.sapo.pt/)
(mailto:Aran_aran@sapo.pt)
Anónimo a 4 de Novembro de 2004 às 17:47

Nao, nao me detenho perante nada!
Os teus poemas fazem-me admirar alguem. Neste caso, o poeta. Coisa que nao sentia por alguem ha muito, muito tempo.

um beijoVina
</a>
(mailto:VinaApsara@sapo.pt)
Anónimo a 2 de Novembro de 2004 às 15:29

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