There is always more then meets the eye!

28
Abr 05
Hoje chove cá dentro e o sol brilha lá fora! Senti saudades tuas todo o dia…podia? Queria olhar-te nos olhos e insultar-te… Quebras-te a minha protecção! Avancei com confiança… agora chove cá dentro! O sol brilha lá fora! Mas mesmo assim, senti saudades tuas! Sentes saudades minhas? Moraste na minha consciência tantas horas deste dia Que quando passava perto do espelho parecia ver-te comigo! Para além das saudades ter miragens … podia? Não percebo a saudade…devia?! Estou a fazer as coisas diferentes… A pensa-las, a dize-las, a quere-las! (Tenho saudades tuas) Mudaste-me…quebraste-me os muros… Nunca me permitiste pedir colo… Hoje se to pedisse dar-mo ias? Tenho saudades tuas avozinha! Se soubesses… se me visses hoje… Sorrias? Ralhavas? Aplaudias? Com a tua franqueza e pureza de génio Que me dirias hoje quando te dissesse que hoje: Sinto tanta falta tua? Tenho saudades tuas… podia?
publicado por crowe às 21:18
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fotos_r2_c07.gif                                                         Hoje decidi partilhar a letra desta música convosco!

SE ACONTECER
(Djavan)

As estrelas brilham sem saber
mas cada vez melhor
pois foi só você aparecer
todas desceram pra ver
você brilhar
de cor
o que mais chamou minha atenção
sua expressão sutil
isso eu já não posso esquecer
porque não foi só visão
o coração sentiu
a tenda da noite
enche de sombra
um sonhar vazio
percorri tantas fontes
até ver você
sair do nada
pros meus horizontes
que a manhã
pura e sã
com as mãos de jasmim
vá roçar seu rosto
pro amor ardente
despertar por mim
Deus é pai, vai saber
se acontecer
serei seu até o fim
e em tempo de chuva
que chova
eu não largo da sua mão
nem que caia um raio
eu saio
sem você na imaginação

@Djavan, álbum Vaidade.

  http://www.djavan.com.br/  para quem saber mais é só clicar.

publicado por crowe às 20:31
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O teu sorriso pequenino Num rosto de mulher menina Iluminou-me o caminho nesta noite escura Que escolhi para caminhar. As tuas mãos meiguinhas… As tuas instruções gentis nas encruzilhadas do caminho… …sem nunca me indicares um lugar… permitindo-me…escolhas! O teu olhar paciente e sossegado Reflexo do que és espelhado! São o que guardo de ti, Aquilo que nenhum retrato guarda… a minha memória não esquece… o meu coração não larga!
publicado por crowe às 20:18
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22
Abr 05
Mais negra que a noite mais negra que as minhas próprias asas ou as lentes dos óculos escuros que trago. Hoje estou assim... mais noite menos dia mais negra menos clara! Hoje estou assim e não consigo caber em mim! Hoje estou mais no meu menos!
publicado por crowe às 19:16
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18
Abr 05
Adeus! Odeio despedidas… Odeio não poder impedir partidas Não fazer ficar para sempre quem quero por perto! Mas, odeio não respeitar! Odeio pedinchonas, pedinchices, lamechices… Num adeus, só amo o prelúdio da saudade! Só se é saudoso de quem se gosta Só odiamos despedidas de quem nos cativa! A vida, Oferece-nos tempo e estrada Chegadas e partidas sem aviso Odeio Adeus ao cativo da vida Mas sorrio quando na mente sinto saudade Relembro que fui cativada e nenhum adeus Apaga a lembrança terna de uma amiga cativada! Odeio o adeus mas continuarei na estrada… Esperando com a saudade cativa Uma amizade que não esqueço… Fiquei marcada!
publicado por crowe às 19:43
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16
Abr 05
-Oops! Tentei refazer um poema… Consegui ir reescrevendo mas -Ai que dilema! Sai muita coisa mas não o que saiu à primeira! -Oh que cena! Resultou este poema… sigam-no com os olhos e depois digam-me se valeu a pena! =) De pé à mercê da lua! De pé… em plena rua! Lua iluminava-me, A chuva molhava-me. A roupa colava-se à minha pele Os meus olhos não se moviam! Sem um movimento Como se uma fotografia instantânea Eu fosse esperava a palavra tua que me libertasse! A tua face desceu sobre a minha! A chuva já não me molhava… a lua não me iluminava! A tua boca repousou na minha… Guardei os sonhos e planos As teorias e filosofias… A minha mão procurou a tua Os teus passos guiaram os meus Para um local onde o sol para sempre… brilhasse!
publicado por crowe às 22:00
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15
Abr 05
A noite estava escura quando saiu para o beco mal iluminado onde a chuva caia como um chuveiro avariado! Estava trôpega e as pernas pareciam-lhe esparguete cozido enfiados nuns estiletes pretos de uma marca mais cara que o meu telemóvel. O cabelo caia-lhe na face rosada e tapava-lhe as feições. Ria um riso quase macabro e tentava manter fechada uma gabardina prateada. Cambaleava de tal forma que me senti compelido a abandonar a protecção da luz do candeeiro e a secura do toldo que me abrigava para a retirar debaixo daquela chuveirada infernal. Não havia vivalma na rua, o que não me admirava dado o temporal e o bairro em que estávamos! Ela continuou trôpega até chegar ao toldo em que eu estava abrigado! Olhou-me por entre o cabelo molhado e a gola da camisola que tinha até ao nariz! Olhou-me por entre os enormes cílios que lhe emolduravam os olhos verdes, descobriu a cara e pediu-me se lhe chamava um táxi. A mulher era hipnotizante e estava alcoolicamente alterada! Respondi-lhe que não tinha rede, se não podia voltar para o bar de onde vinha. Tornou a olhar-me, agora como se não me entendesse! Mas que tinha ela de tão especial? Porque não conseguia eu soltar os meus olhos dos dela? Aproveitei um breve instante em que os piscou, ofuscada pela claridade do candeeiro, para me libertar. Enquanto tentava contar os salpicos de lama que me povoavam os sapatos, ouvi a pergunta seguinte, em forma de sugestão. Se não podia chamar o taxi, que a levasse então para minha casa! Ou não teria casa? E agora? Que fazer com esta atracção que me parecia fatal? Deixá-la correr até ao fim? Fugir dela desde já? Meio termo não haveria, disso tinha a certeza. Respondi que sim, que tinha casa, que claro que a levava. Pronto. A escolha tinha sido feita. E não pela minha parte pensante. Passei-lhe um braço pelos ombros, amparando-a no andar. Senti o seu cheiro, enquanto caminhávamos até ao meu carro, enquanto ela se abandonava, enquanto eu deixava o resto da minha razão debaixo do toldo em que me abrigara. Não me lembro do caminho percorrido até casa. Mas lembro-me de a transportar, enrolada como um feto, nos meus braços, escada acima. Lembro-me de a despir, suavemente. Lembro-me do seu corpo nú, da sua cara adormecida, emoldurada pelos cabelos revoltos. Lembro-me de me despir e de me deitar a seu lado, aspirando seu cheiro em golfadas de ar que me sufocavam. Lembro-me. Acordei de manhã, com o toque insuportável do despertador! Sozinho. Procurei-a ávidamente com os olhos. Ninguem. Nada. Ao meu lado a cama estava intacta. A almofada direita. E contudo...sentia ainda o seu cheiro. Percorri a casa com a pouca roupa que me cobria o corpo, o chão estava frio e não havia um sinal mínimo da presença dela. Voltei aos pulos para o quarto, tropeçando em meus próprios pés, e percorri a cama e as almofadas a tentar encontrar um cabelo que fosse. Nada! Nem cheiro, nem cabelo…podia ter sonhado mas… que sonho podia ter sido este que me perturbava os sentidos neste momento?! Peguei no maço de cigarros e soube que não tinha sonhado. Todos eles estavam marcados de baton! Ela tinha beijado cada um deles. Sorri! Despejei o maço e vi um carro desenhado na prata. Vesti uns jeans à pressa e enfiei uma camisa que não abotoei, desci as escadas descalço. A chave do meu carro não estava ali…! Cheguei à garagem e ela lá estava sentada no capot do carro, com as pernas cruzadas, os sapatos na mão. Sorriu e os olhos brilharam como esmeraldas. Desceu do capot e acenou-me com as chaves! - Bem, parece que o pequeno-almoço vai ser na praia.- disse apontando para os meus pés.- Are you ready for a bumpy ride?- e sorriu. E, no exacto momento em que ía reveler a minha prontidão para um ínicio de dia tão radical....o despertador tocou novamente! E, desta vez, percebi que tinha acordado mesmo. Nem o seu cheiro, nem cigarros beijados! As chaves do carro estavam no sítio delas! No capot ninguem, a não ser a poeira acumulada por longos dias sem chuva!! @uma colaboração entre Fdarkeyes e moi même, Crowe!
publicado por crowe às 09:05

10
Abr 05

Viajar tem destas coisas, andamos em países estranhos, mal falamos a língua e passamos uns minutos a lutar com os mapas dos metros.. e, no meu caso, a tentar encontrar algum sentido de orientação para se chegar à rua que se quer! ;) Mas mesmo bom são as coisas novas que se ouvem, que se vêm e se aprendem. estava eu sentadinha numa esplanada em Notre Damme(sim que eu tenho bom gosto!) quando oiço esta música, admito que não sou fã de música francesa, adoro o cinema deles porque felizmente algum génio inventou as legendas(uff)... mas adorei a letra! Não consegui descobrir de quem era a música, nem que música era mas... eis que esta manhã... em plena loja do centro comercial colombo começo a ouvi-la vinda de uma tv! Não é que a música já andava a passar no MCM há algumas semanas?! Nevermind... aqui fica a letra e um link para quem quiser ver o videoclip ou visitar o site do espectáculo(comédia musical inspirada na vida do rei sol, que só estreará em Setembro) que originou este espanto(minha opinião)!

Site Oficial Le roi Soleil: http://www.leroisoleil.fr

 

 Mon essentiel

 Mon essentiel
Je sais ton amour
Je sais l'eau verser sur mon corps
Sentir son cou jour après jour
J'ai remonté les tourments pour m'approcher encore
J'ai ton désire encré sur le mien
J'ai ton desire encré à mes chevilles
Viens, rien ne nous retiens à rien
Tout ne tient qu'a nous

Je fais de toi mon essentiel
Tu me fais naitre parmit les hommes
Je fais de toi mon essentiel
Celle que j'aimerais plus que personne
Si tu veux qu'on s'apprenne
Si tu veux qu'on s'apprenne


Tu sais mon amour
Tu sais les mots sous mes silences
Ceux qu'ils avouent, couvrent et découvrent
J'ai à t'offrir des croyances
Pour conjurer l'absence
J'ai l'avenir gravé dans ta main
J'ai l'avenir tracé comme tu l'ecris
Tiens , rien ne nous emmenes plus loin
Qu'un geste qui revient

Je fais de toi mon essentiel
Tu me fais naitre parmit les hommes
Je fais de toi mon essentiel
Celle que j'aimerais plus que personne
Si tu veux qu'on s'apprenne
Si tu veux qu'on s'apprenne
Si tu veux qu'on s'apprenne...

Je ferais de toi mon essentiel
Mon essentiel
Si tu veux qu'on s'apprenne
Qu'on s'appartienne

publicado por crowe às 00:26
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05
Abr 05
Era neste momento que mais precisava de ti Para ver as cores das folhas que brotam das árvores nuas Para assistir ao nascimento do sol mais cedo O pôr-do-sol mais tarde Era neste momento, Aqui no meu cantinho, sentado no meu regaço Com a cabeça no meu colo Enroscado em mim que te queria! Para inventarmos sorrisos num sob um céu azul Era neste momento Neste “aqui!” Para colmatarmos juntos esta enormidade de maus dias sucessivos Para entupir o ar de sons de gargalhadas Ai! Era aqui e agora… Mas eu espero… Como sempre, com um sorriso nos lábios, Antecipando o bom que é quando decidimos colmatar Uma sucessão de temporais… maus dias… maus fígados Colmatemos pacientemente …a impaciência de quem não percebe Não vê, nem entende este filme que tem como banda sonora o riso! Então, quando vamos rir de novo meu(s) amigo(s)?
publicado por crowe às 23:29
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03
Abr 05

 Tu tinhas a vontade e Eu tinha o veículo que nos levava. Juntos fizemos e percorremos caminhos tantas vezes que os algarismos não contam… Olhámos a lua e caminhamos na areia até a gastar… construindo trilhas nunca inventadas.

Hoje estou aqui, a ver-te fechado num pedaço de madeira sem saber que foi feito de ti para desistires assim: Estúpido animal que me abandonaste!

Aperto os braços que tenho cruzados sobre o casaco preto que a tua irmã me emprestou e tento encontrar um indicio de que vou acordar me breve e tu estarás à distância de um telefonema, um e-mail, um bip... qualquer coisa!

Deixaste-me aqui, nem a minha teimosia te impediu de desistires da vida e abraçares o vazio. Decidiste embarcar neste caminho sem mim apesar de dizeres sempre que sou tão teimosa que impediria a morte de levar aqueles que desejo ter por perto mas, assim que virei as costas por minutos chamaste-la e ninguém conseguiu convence-la de que o teu lugar era aqui. Tive vontade de te retirar desse ridículo invólucro de madeira e zangar-me contigo! Gritar-te ao ouvido ralhando-te como se fosses um menino travesso a quem daria um castigo! Via toda a gente que rodeava a tua última morada terrestre e perguntei-me se estarias a ver-nos.

O céu estava carregado de nuvens, pesava-me mais que o casaco da tua irmã! O ar estava húmido e carregado de uma essência adocicada das flores de todos aqueles mausoléus pesadões. Começou a chover, sentia-o na pele. Ninguém se moveu… mas que desaparecer estúpido o teu! Não o decidiste comigo por perto porquê?! Porquê quando não estava lá com a minha teimosia?! Sentia gotas mornas no rosto e relembrei-me das tua forma de mas limpares nas raras vezes que as vertia.

Sorri sem querer! Mas continuei a verte-las.

Onde estivesses estavas comigo… tonto lacrimoso! Combustível da minha loucura que partiu demasiado depressa. Odeio-te estás a ouvir? …queria-te aqui mais um tempinho! Foste embora porquê?!

E raio de pesadelo que não acaba, quero acordar numa cama toda transpirada e exaltada para te poder acordar e reclamar do subconsciente! Estúpido, invejoso que quiseste desbravar esse caminho sozinho…

As pessoas começaram a partir, deixando-nos sozinhos neste meu monólogo solitário cheio de nomes pouco simpáticos que esperava que te fizessem levantar e ralhar-me a impertinência e falta de tento na língua! Mas não adiantava, não te levantavas e eu… tive de me despedir de ti ali: no meio de uma tempestade com um casaco preto emprestado e uma das tuas orquídeas na mão.

 

E agora? Quem vai ensinar-me a saltar sem rede de segurança? Fiquei só com as recordações e caminhos, mais nada…

 

Ai estúpida anormal, só com as recordações e os caminhos? Achas pouco?! Estou sempre aqui teimosa impossível! (sorriso e piscar de olho)Espero por ti para desbravarmos este caminho!

publicado por crowe às 23:20
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