There is always more then meets the eye!

28
Nov 04
Today I spread my wings, Tried to fly away, Found my self in a maze of my own Full with the nets I build Filled with bitter smiles Tried to run… my legs were stuck Couldn’t fly Couldn’t run away Trapped in my words And broken smiles Where you see beauty I see sordid lies… Today I spread my wings Couldn’t fly The maze was full with broken smiles Walls of lies
publicado por crowe às 22:14

23
Nov 04
O que guardei para ti não cabe em palavras vai além das promessas que sonhava vão além do prazer de um beijo! O que guardo para ti É o meu retrato pálido pintado a sépia Que depois de ti será aguarela colorida em tela... O que guardo para ti é a ilusão de uma promessa a promessa de um beijo um despertar sossegado um sorriso rasgado A realidade de duas bocas unidas num beijo...
publicado por crowe às 22:16
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Se tiver de ser algo na vida de alguém k seja raio de sol, não luz de candeeiro na esquina de uma viela!


14
Nov 04
Munch, Eduard - Scream.bmp Eduard Munch, Scream(cedido por Idade_da_Loba) Habito num mundo esquecido do que é amanhacer. Presa entre o sol e a noite, o meu céu é uma paleta de tons laranja... assusta! Pesa, como se fosse um fardo que carregamos nos ombros! Respirar aqui é doloroso... violento! O ar é quente e poeirento e aos poucos modifica tudo e todos! Sinto quando passam por mim mas não vejo ninguém! Tento em vão tocar-lhes, agarra-los violentamente mas em vão! Agarro a neblina em tons laranja ficando com poeira entre os dedos... os jardins tornaram-se jazigos de plantas apodrecidas, as estradas parecem plantações de silvas e os prédios uma Tela de pintura pós-moderna em que as brechas e rachas são o desenho! Habito aqui entre laivos de solidão e gritos que ninguém ouve...muda, cega e surda! Sonho com um céu ora azul, ora cinzento... ora negro e pontilhado... sonho com uma ponte que me leve daqui para um outro mundo onde possa respirar sem dor....! Quero habitar o passado ou futuro mas fugir daqui onde não há ninguém e os meus gritos são mudos!
publicado por crowe às 22:03
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13
Nov 04
Hoje acordei e uma estranha habitava em mim, A luz rodeava-me, cercava-me por todos os lados Não via nem ouvia nada! Privada de todos os sentidos Privada de mim e da minha identidade Caminhava num chão que não via Gritava, gritos que não ouvia… Hoje acordei! Uma estranha habitava em mim, Reflectia uma imagem que sorria, Hoje acordei para um dia Com uma estranha em mim que não conhecia Me privava de tudo E, que por mais que eu suplicasse não partia! Ontem deitei-me em mim Hoje acordei … num mundo novo para mim Hoje sou estranha em mim!
publicado por crowe às 14:27
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11
Nov 04
Corpos nús projectados no espaço
Crianças que choram no escuro
Uma gota de água que escorre na vidraça da janela
A dor de se estar só,
E o súbtil do:não!
A pureza de uma mente virgem que se foi
E a dúvida de se falar chinês
Quando se pretende falar português.
A ingenuidade que já não existe
E a dúvida do ser.
Não sei que dia é,
estou perdida no tempo e no espaço.

publicado por crowe às 21:11

09
Nov 04
I will be dancing in the dark
Singing songs of light
Floating on the floor
Opening my harms
Embracing the air!

Inhaling clouds
Exhaling birds and skies
publicado por crowe às 21:54

02
Nov 04
E nessa palavra demente
Onde está todo um mundo dissonante
Que revolve para o caos latente
E que se espraia consoante
Consoante o teu modo de pensar
No qual eriges essa tua realidade trágica
Na qual saltitas não sem pesar
Ansiando por uma simples palavra mágica
Palavra mágica que é fugidia e esquiva
Como uma jovem sombra chinesa
Que tentas agarrar sabendo que é furtiva
Mas que te consome com tanta beleza
Beleza é outro nome dessa palavra melíflua
Que encova quimeras de dimensão insondada
Se achas que toda essa senda é frutífera
Meu amigo, não te detenhas perante nada

@Autor: Mr. Utopia
publicado por crowe às 14:24

Um dia virar-te-ás para mim
E perguntarás “Para sempre?”
Como se o momento de vida presente
Não te bastasse
Para sentires a vida em cada golfada
Olhar-te-ei com janelas abertas
Sabendo que nada te poderei esconder
Deixarei de viver no intermitente
E responder-te-ei com estrelas nos lábios
“Quero-te a ti, e tudo o resto é um imenso nada

@autor:Mr. Utopia
publicado por crowe às 14:22

Ontem vi-te, sentada no café, pensarias em quê?

 não sorrias estavas triste,

 não sei que me deu,

 sentei-me ficamos em silêncio trocando palavras,

 mas não eras tu, era o teu reflexo, uma outra face,

 espelhada na montra, tal qual sombra,

 que deixaste cair inanimada ganhou vida,

 à tua imagem, anda por aí,

 atormenta-me,

fala-me de ti,

sussurra-me como se fora o vento,

 brinca comigo,

aproxima-se,

foge, jogos infantis,

que me incendeiam desejos,

 falam de saudades,

que estavam guardadas,

há muito ignoradas,

 memórias escondidas.

 Mas não eras tu, era só a tua sombra, o teu reflexo...

@autor: Passodianisto

publicado por crowe às 14:18

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