There is always more then meets the eye!

29
Jul 04
Gostava de saber o que te vai na alma De te olhar bem no fundo E desvendar os teus segredos Saber porque o teu olhar não se acalma E o porquê de tantos medos. Gostava de ser ente invisivel De te poder ver agora Desprotegida da noite que te oculta Acordar e ver o mundo lá fora Olhar nos teus olhos Sentir o teu doce perfume E ir embora. Autor: Passodianisto ;)
publicado por crowe às 11:38

cathedral.jpg Imagina-te num espaço imaginário.

Tudo está negro, excepto as frestas

Que brilham ao longe

 Frestinhas brilhantes que estão

Longe... Longe...

Estão lá longe no horizonte que não consigo atingir.

Parece que a luz (me) fugiu!

Agora sentes uma brisa terna

Que te envolve o corpo.

Deixa-te levar e vai flutuando na brisa.

 Deixa-te ir e, Imagina...

Imagina, que és feliz e o mundo lá fora não existe.

Imagina tudo isto dentro de ti.

Fecha-te em ti, mas não te feches demasiado!

Entra em ti, mas não vás até ao fim.

Começa a viagem a Ti e em Ti sem pressa.

Deixa que a brisa te carregue

Sem medos, sem pressas!

Esquece o mal!

Imagina!

Simplesmente Imagina...

Imagina e sê feliz não deixes que a dor te invada.

Simplesmente, Imagina!

Ilude o mal e a dor.

Mesmo que doa, Imagina

 Imagina e deixa que a brisa te carregue.

Quando não fores feliz...

Imagina!

publicado por crowe às 00:49
tags:

beijo_na_boca.jpg

Um beijo ternurento

 Dado à chuva e ao vento.

 Um corpo sedento esperando amor.

Um pensamento que correr ao sabor do vento.

 Duas bocas que se buscam famintas de prazer,

 Dois corpos que se enrolam na ternura branca dos lençóis.

Duas almas que se encontram,

 Dois espíritos que se completam

 O amor que renasce das cinzas …

As cinzas que se tornam incêndio.

publicado por crowe às 00:30
tags:

adrift.jpg

Como um verso solto no Universo

 Que foi levado por um sopro de vento...

Nos anéis de Saturno encontrado

Bailando ao som de uma música imaginária.

 Flutuando através da trilhas de estrelas e dizendo: "Olá!" e "Adeus!"

 A outros versos que pairavam

De cá para lá, de lá para cá

Ao sabor do momento

E do pensamento.

Uma "rajada" mais forte atira o pequeno verso

 Para as montanhas vermelhas de Marte.

Escalando as consciências escarlates

Das montanhas existentes.

Como um verso solto no Universo

 Andamos Eu, Tu e Eles.

 Pairando em consciências...

 Perdidos no tempo.

publicado por crowe às 00:18
tags:

Julho 2004
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
12
13
14
15
16
17

18
19
20
21
22
23

27
28
30
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Porque sim!

subscrever feeds
links
as minhas fotos
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO